Álbuns Favoritos de 2019

Meus álbuns favoritos dentre os muitos que ouvi em 2019

Álbuns Favoritos 2019

Já é fevereiro, e esses são os melhores álbuns que ouvi em 2019

Este post era pra ter saído no final de dezembro ou início de janeiro, mas acabei não sabendo como escrever. Enfim, essa é uma lista, sem ordem, com os meus álbuns favoritos de 2019. Infelizmente, por motivos que eu não sei dizer, só tem um álbum nacional.

Passei pelo menos três meses tentando escrever esse post. Este post inteiro é basicamente um monte de coisas que eu gostei e quero indicar para todo mundo.

AmarElo – Emicida

Capa do Álbum AmarElo, de Emicida

AmarElo é um dos melhores álbuns que ouvi na década. É forte e gentil. Acho difícil não gostar de pelo menos uma música aqui. Emicida consegue transitar com uma facilidade louvável entre vários estilos, do rap característico até ao rock de Paisagem. É interessante como ele consegue ser leve em algumas músicas e pesadas em outras, consistente de ponta a ponta. Quase perfeito. Um dos meus álbuns brasileiro favoritos da década e acho que não tem nem discussão, pelo menos não de cabeça, o melhor de 2019 sem dúvidas.

Faixas de destaque: Pequenas Alegrias da Vida Adulta, Cananéia, Iguape e Ilha Comprida e AmarElo

Crushing – Julia Jacklin

Capa do Álbum Crushing, de Julia Jacklin

Conheci a Julia Jacklin no início de 2019 e embora não tenha gostado de primeira, acabei por dar mais uma chance. Ela fez um dos meus álbuns favoritos do ano. Ela é uma artista incrível, um trabalho muito consistente, coerente e consciente. Esse álbum é triste, sentimental, autobiográfico e deve ser uma das coisas mais sinceras e bonitas que já ouvi.

A faixa que abre o álbum é pesada e densa, intensa, a que encerra é bonita, inesperada, talvez te faça sorrir. Mas, diferente de AmarElo, não é um álbum pra todo mundo, e não acho que tem que ser, talvez esse seja um dos meus álbuns favoritos desde sempre, e o meu favorito de 2019.

Faixas de destaque: Body, Don’t Know How to Keep Loving You e Comfort

Salt – Angie McMahon

Capa do Álbum Salt, de Angie McMahon

Outra artista australiana e que eu conheci este ano, coincidentemente ou não. O álbum de estreia dela é bem cru, sentimental e triste. Ela canta a plenos pulmões como se quisesse expulsar tudo isso dela, não tem raiva, é sincero. Acho que por ser o seu primeiro álbum, faltou um pouco mais de consistência, embora consiga ser bem maduro.

Este álbum tem um pouco de cara de que foi feito no quarto, e acho que isso aproxima muito quem ouve de quem canta, além claro de que as letras, apesar de serem pessoais, elas conseguem falar com as pessoas quase num âmbito geral. Pasta talvez seja a música mais fácil de se identificar,tem uma letra direta, sem meios termos, bastante atual,

Faixas de destaque: Soon, Push e And I am a Woman

Bad Ideas – Tessa Violet

Capa do Álbum Bad Ideas, de Tessa Violet

Eu comecei a ouvir Tessa Violet em 2016. Acho que ela teve um momento não muito bom, especificamente no último álbum. Halloway tinha alguns problemas com identidade. Mas Bad Ideas, no entanto, tem muita identidade.

Este álbum me agradou muito, ótimas faixas, um aspecto autobiográfico. Consegue ser bem moderno sem ser genérico, que foi o que eu não gostei do anterior. É um trabalho bem maduro, é interessante ter acompanhado essa jornada, ainda que não tenha sido por tanto tempo, fico feliz por isso.

Faixas de destaque: Crush, Bad Ideas e Words Ain’t Enough

Human – dodie

Eu tenho um costume de quando eu gosto muito de alguma coisa, eu saio falando pra todo mundo. Apesar de essa ser uma lista toda com esse sentimento, eu venho fazendo isso com a dodie desde 2015, quando ouvi ela pela primeira vez, tem sido uma experiência maravilhosa.

Eu acho que tem algumas músicas nesse álbum que também entrariam numa lista de melhores músicas do ano. Em 2018, dodie passou o ano inserindo algumas palavras específicas em vídeos. Quando saiu Human, essas palavras se tornaram um vídeo, que é a música que abre o álbum, com uma construção genial.

Ela é uma das minhas artistas favoritas e esse álbum é uma síntese do trabalho dela, e eu amo.

Faixas de destaque: Arms Unfolding, Monster e If I’m Being Honest

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *